Pausa para a reflexão ilógica

Eu sou a parábola divina;

A Imagem e Perfeição

A Sombra e o Defeito

Sou enigma, mistério

Sou arte despida de beleza

Alma embebida das trevas da Matéria

Sou a Verdade Proscrita

Dançando nas brumas da lua,

continuo, existo, passo,

Prossigo no caminho

prazeroso e espinhento da descoberta de mim mesma

Eu sou a Mãe

Eu sou Diana, a Arqueira

Eu sou a essência, o espírito

Eu sou  vaidade, a superficialidade

Não sei quem sou

Minhas palavras não importam,

serão esquecidas, levadas pelo vento às trevas

Mas e eu?

E nós?

Por que continuar neste circo louco que

a jornada da humanidade se tornou

por que sofrer, chorar

A Lição, nós nunca aprenderemos?

Eu prefiro, então,

ficar olhando para as carruagens dos deuses no espaço…

Anúncios

1 comentário

  1. Delph · fevereiro 26, 2010

    Simples e cheio de complexidade! Prodígio literário total! Adorei!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s