Lana Del Rey e a velha sensualidade do Blues

Recentemente descobri uma cantora que me conquistou com sua voz sensual e rouca. O nome da moça é Lana Del Rey; ela não tem a misticidade cósmica da minha deusa Florence Welch ou a veia punk e roqueira da belíssima Alisson Mosshart. Não, Lana tem temas mais corriqueiros – corações partidos, amores malfadados, relações passionais e altamente dominadores e temas afins, que muitos de nós já vimos com a falecida diva Amy Winehouse.

 

Mas Lana é diferente, ao mesmo tempo, e é aí que reside a beleza da música dela. Lana é sensível e tem uma voz belíssima, e envolvente; a voz dela é um eco feminino da voz de Robert Johnson, com a mesma sensualidade e paixão inerentes ao blues. Lana pode ser considerada pop, mas toda vez que a ouço eu penso “blues”.

 

E a estética da cantora é outro ponto a se apaixonar: Lana é misteriosa, trágica e vintage. Com os lábios carnudos e o olhar misterioso, ela te hipnotiza. Quando ela começa a cantar, o feitiço se completa. Nos clipes, ela busca resgatar algo da beleza e da loucura da antiga América – a América das pin ups, de James Dean (que aparece na letra de uma das músicas dela),  a América dos Beats e de Bukowski – uma América pecadora e em busca de redenção.

 

Enfim, Lana é incrível.  Vou mostrar aqui como me apaixonei por ela:

 

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